quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Trabalhando

AMBIENTE MATEMÁTICO
Multiplicam-se árvores e animais
dentre sua imensidade de território,
Divide-se suas belezas exuberantes nesse mundo imenso.
É como se o meio ambiente fosse igual incógnitas 
formado por fauna e flora.
Temos que refletir e somarmos a preservação. 
E diminuir a poluição.
É constituído por retas de árvores
círculos de rios e lagos
e linhas paralelas de estradas imensas...
Temos que fazer planos, equações, diagramas 
para lá no futuro chegarmos bem.
Vamos olhar para o meio ambiente 
com um olhar inumerável.
E vamos ficar quociente e 
fazer cada um a sua parte.

Bárbara, Luciana, Mariana R. e Tiago - alunos da 8ª série

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

domingo, 22 de novembro de 2015

EU

Procurando rumo certo.

sexta-feira, 20 de março de 2015

INFORMES

Na vida cotidiana, sou dona de casa, mãe, professora, consultora da TUPPERWARE, NATURA ROMANEL E OUTROS. 
Tudo isso confiando a não faltar o necessário aos meus queridos filhos. Necessário do tipo moradia, alimentação e educação. Portanto, tudo que eu postar nesse blog a partir de hoje será referente aos itens acima mencionados. Obrigada.

domingo, 31 de agosto de 2014

Curso de Formação Continuada em Conselhos Escolares
Fase 2


Curso de Formação Continuada em Conselhos Escolares (CFCE) é um curso de Extensão Universitária e tem como objetivo capacitar dirigentes e técnicos das Secretarias Municipais de Educação, e conselheiros escolares dos estados do Amazonas - AM, Acre - AC, Amapá – AP, Ceará – CE, Maranhão – MA, Mato Grosso do Sul - MS, Pará – PA, Roraima – RR, Rondônia – RO e Tocantins – TO, de forma que estes se tornemmultiplicadores de conhecimentos e ações no âmbito dos conselhos escolares.

Esta formação, atreladas às experiências de escolas municipais e de
seus bairros, deve contribuir para formar um público alvo (não somente dirigentes e técnicos das Secretarias Municipais de Educação, mas também, presidentes de Conselho, diretores e supervisores de ensino e conselheiros escolares) para ações motivadoras de atuação interna e externa nas escolas.

Esta efetiva participação nos conselhos deve servir como incentivo tanto para equipe escolar como para a comunidade escolar articular uma gestão democrática na instituição, com vistas à melhoria da qualidade social da educação básica ofertada nas escolas públicas.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Gestão democrática



“Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo. Os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo”. Paulo Freire
Os artigos 14 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e 22 do Plano Nacional de Educação (PNE) indicam que os sistemas de ensino definirão as normas da gestão democrática do ensino público na educação básica obedecendo aos princípios da participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola e a participação das comunidades escolares e locais em conselhos escolares. Devemos enfatizar então que a democracia na escola por si só não tem significado. Ela só faz sentido se estiver vinculada a uma percepção de democratização da sociedade.

Na Gestão democrática deve haver compreensão da administração escolar como atividade meio e reunião de esforços coletivos para o implemento dos fins da educação, assim como a compreensão e aceitação do princípio de que a educação é um processo de emancipação humana; que o Plano Político pedagógico (PPP) deve ser elaborado através de construção coletiva e que além da formação deve haver o fortalecimento do Conselho Escolar.
A gestão democrática da educação está vinculada aos mecanismos legais e institucionais e à coordenação de atitudes que propõem a participação social: no planejamento e elaboração de políticas educacionais; na tomada de decisões; na escolha do uso de recursos e prioridades de aquisição; na execução das resoluções colegiadas; nos períodos de avaliação da escola e da política educacional. Com a aplicação da política da universalização do ensino deve-se estabelecer como prioridade educacional a democratização do ingresso e a permanência do aluno na escola, assim como a garantia da qualidade social da educação.

As atitudes, os conhecimentos, o desenvolvimento de habilidades e competências na formação do gestor da educação são tão importantes quanto a prática de ensino em sala de aula. No entanto, de nada valem estes atributos se o gestor não se preocupar com o processo de ensino/aprendizagem na sua escola. Os gestores devem também possuir habilidades para diagnosticar e propor soluções assertivas às causas geradoras de conflitos nas equipes de trabalho, ter habilidades e competências para a escolha de ferramentas e técnicas que possibilitem a melhor administração do tempo, promovendo ganhos de qualidade e melhorando a produtividade profissional. O Gestor deve estar ciente que a qualidade da escola é global, devido à interação dos indivíduos e grupos que influenciam o seu funcionamento. O gestor, que pratica a gestão com liderança deve buscar combinar os vários estilos como, por exemplo: estilo participativo que é uma liderança relacional que se caracteriza por uma dinâmica de relações recíprocas; estilo perceptivo/flexível que é uma liderança situacional que se caracteriza por responder a situações específicas;estilo participativo/negociador que é uma liderança consensual que se caracteriza por estar voltada a objetivos comuns, negociados; e estilo inovador: que é uma liderança prospectiva que se caracteriza por estar direcionada à oportunidade, isto é, à visão de futuro. O gestor deve saber integrar objetivo, ação e resultado, assim agrega à sua gestão colaboradores empreendedores, que procuram o bem comum de uma coletividade.
Ref: MATOS, F.G. Empresa que Pensa: Educação Empresarial-Renovação Contínua a Distância.

Ética no Serviço Público



O tema da ética no serviço público está diretamente relacionado com a conduta dos funcionários que ocupam cargos públicos. Tais indivíduos devem agir conforme um padrão ético, exibindo valores morais como a boa fé e outros princípios necessários para uma vida saudável no seio da sociedade.
Quando uma pessoa é eleita para um cargo público, a sociedade deposita nela confiança, e espera que ela cumpra um padrão ético. Assim, essa pessoa deve estar ao nível dessa confiança e exercer a sua função seguindo determinados valores, princípios, ideais e regras. De igual forma, o servidor público deve assumir o compromisso de promover a igualdade social, de lutar para a criação de empregos, de desenvolver a cidadania e de robustecer a democracia. Para isso ele deve estar preparado para pôr em prática políticas que beneficiem o país e a comunidade a nível social, econômico e político.
Um profissional que desempenha uma função pública deve ser capaz de pensar de forma estratégica, inovar, cooperar, aprender e desaprender quando necessário, elaborar formas mais eficazes de trabalho. Infelizmente os casos de corrupção no âmbito do serviço público são fruto de profissionais que não trabalham de forma ética.